Moda íntima premium · parceria desde outubro de 2025
A mídia da AVA rende 37% mais, com a mesma verba.
Uma marca premium com base fiel migrou de plataforma, reconstruiu a conversão sobre o site novo e depois pôs a mídia para trabalhar com eficiência. Cada real de mídia passou a render 37% mais, com o investimento no mesmo patamar.
- Marca
- AVA Intimates
- Segmento
- Moda íntima e loungewear premium
- Frentes
- Consultoria, depois mídia
- Recorte medido
- jan a jul de 2026
- +37%retorno de mídia
- +23%receita
- +43%pedidos por mês
- −24%custo por cliente novo
Investimento de mídia no mesmo patamar.
01 · o cenário antes
Tráfego que não virava venda, e uma migração de plataforma marcada
A AVA é uma marca premium de moda íntima e loungewear, fundada em 2015 pela estilista Letícia Romão. Tecidos importados, modelagem exclusiva, público fiel. Operação com fundamento, e um site que não convertia o tráfego que já atraía.
- O site atraía visita em volume e a conversão não acompanhava. O gargalo estava depois do clique.
- Havia uma migração de plataforma marcada, que aconteceu em outubro de 2025. Migração é o momento em que a operação pode perder venda, histórico e rastreamento de uma vez.
- A mídia empurrava volume de tráfego, sem controle fino de eficiência nem de aquisição de cliente novo.
- Página de produto, home e prioridade de ofertas não estavam montadas para transformar interesse em compra.
- O relacionamento pós-compra, e-mail e WhatsApp, estava subaproveitado.
O gargalo não era atrair gente. Era converter quem já chegava, e aproveitar quem já tinha comprado.
02 · a virada
Dois atos: consertar a base, depois escalar com eficiência
O trabalho começou como consultoria em outubro de 2025 e, em junho de 2026, passou a incluir a gestão da mídia. A ordem importa: mídia em cima de site que não converte é verba comprando frustração.
Consertar a base
- Migração acompanhada. A troca de plataforma feita sem perder venda, com o rastreamento remontado do outro lado para a decisão continuar saindo de dado confiável.
- Direção de mídia. A estratégia saiu da FB Growth e foi executada pela agência da marca, em troca semanal. A verba saiu do alcance barato e foi para intenção de compra.
- Conversão. Página de produto e home reestruturadas, produtos em destaque qualificados e prioridade de ofertas definida, agora sobre o site novo.
- CRM. E-mail e WhatsApp estruturados para recuperar carrinho e ativar base.
- Calendário comercial. As ofertas e ações organizadas ao longo do mês, dando ritmo às campanhas.
A marca saiu da migração inteira, com a base de conversão remontada e a mídia comprando intenção em vez de volume. O retorno de mídia já começou a subir aí. O salto grande veio depois, quando a execução passou a ser da casa.
Escalar com eficiência
- Aquisição com controle de eficiência. Com a execução na mão, a direção que já existia virou ajuste diário de conta. Foi aqui que o retorno mexeu, com a mesma verba e o tráfego voltando a crescer.
- Direção criativa. A FB Growth passou a dirigir o que cada anúncio precisava dizer, e o formato que mais vendeu saiu de teste.
- Campanhas por portfólio. A conta reorganizada segundo o mix de produtos da marca, para extrair o máximo de cada real.
- Automação de catálogo no Meta, solução proprietária da FB Growth: reduz o investimento em produto que não vende, não dá retorno ou está com ruptura de estoque, sem ajuste manual.
03 · o cenário depois
O que mudou
| Indicador | Variação |
|---|---|
| Retorno de mídia | +37% |
| Receita | +23% |
| Taxa de conversão | +21% |
| Pedidos por mês | +43% |
| Clientes novos por mês | +30% |
| Custo por cliente novo | −24% |
| Investimento de mídia | mesmo patamar |
Mais retorno por real, com a verba no mesmo patamar. E a curva ainda está subindo.
O tráfego caiu no caminho, e isso foi decisão: a compra saiu do alcance barato e foi para intenção, então a sessão passou a custar mais e a vir em menor volume. De junho em diante, com a execução na nossa mão, o tráfego voltou a crescer, e a venda cresceu mais rápido que ele.