Beleza · gestão de mídia paga desde junho de 2026
38% mais retorno no Meta, com 23% menos verba.
A conta vinha perdendo eficiência mês a mês, e a leitura fácil seria falta de verba. Não era. Em dois meses de reestruturação, o retorno subiu nos dois canais e o ticket subiu junto, gastando menos.
- Marca
- Não divulgada
- Segmento
- Beleza, catálogo grande
- Frente
- Gestão de mídia paga
- Recorte medido
- jan a jul de 2026
- +38%retorno no Meta
- +15%retorno no Google
- +14%ticket médio
- −23%de verba por mês
Julho fechou com o melhor retorno de mídia do ano, acima de janeiro.
01 · o cenário antes
Uma curva em queda, e a explicação errada na mão
Uma operação de beleza com catálogo grande e volume alto de mídia. No primeiro semestre de 2026, a eficiência caía mês a mês.
- O catálogo inteiro disputando o mesmo orçamento no Google Shopping, sem hierarquia entre o que vende e o que não vende.
- No Meta, quem nunca ouviu falar da marca e quem abandonou um carrinho eram tratados como a mesma pessoa, e a campanha não pagava a própria mídia.
- As campanhas de recompra estavam paradas, numa base que já tinha volume de cliente para reativar.
- A verba estava indo para o lugar errado, e mais verba levaria mais dinheiro para o mesmo lugar errado.
O problema não era orçamento. Era a conta não saber a diferença entre o produto que sustenta a receita e o resto do catálogo.
02 · a virada
O que foi feito em 60 dias
- Reestruturação de Meta e Google segundo a lógica real do catálogo: cada grupo de produto passou a disputar orçamento na sua própria régua, em vez de o catálogo inteiro brigar por um só.
- Produtos que sustentam a receita, isolados. Uma fatia pequena do catálogo responde pela maior parte da venda, e essa fatia ganhou campanha dedicada.
- Recompra reativada. O remarketing de catálogo virou a campanha de melhor retorno da conta, e o remarketing com cupom foi ainda acima dele.
- Marca própria ativada no Meta, onde antes não havia investimento dirigido. A receita diária dela mudou de patamar.
- Tecnologia proprietária da FB Growth: radar de preço da concorrência e automação de catálogo. A verba segue o produto que está com preço competitivo e tem estoque, sem ajuste manual.
Nenhuma dessas decisões precisou de verba nova. Todas precisaram de hierarquia.
03 · o cenário depois
O que mudou
| Indicador | Variação |
|---|---|
| Retorno no Meta | +38% |
| Retorno de mídia | +16% |
| Retorno no Google | +15% |
| Ticket médio | +14% |
| Verba de mídia por mês | −23% |
Sustentar isso é o quarto passo do Protocolo de Crescimento, o método da casa: ler o dado, levantar a hipótese, rodar o experimento e medir o impacto, toda semana, sem parar. É o que mantém o resultado de pé depois que todo mundo para de olhar.
04 · o método
O que esta operação rodou: o Protocolo de Crescimento
Três passos que acontecem uma vez, e um quarto que não termina. É o quarto que faz os outros três durarem depois que todo mundo para de olhar.
Diagnóstico 360
Onde a operação trava. Mais de cem itens auditados em cinco frentes: produto e margem, marca e criativo, mídia, loja e CRM.
Priorização
As prioridades do trimestre, ordenadas pelo que devolve dinheiro em 90 dias, cada uma com dono, prazo e métrica.
Execução
Elas saem do papel. Na Consultoria a casa dirige e o seu time executa. No Growth Ads a mídia é nossa.
Dentro do passo 01: o Diagnóstico abre a operação em cinco frentes
Cada frente responde por uma etapa, e é assim que o gargalo aparece: não em qual número caiu, mas em qual etapa ele caiu.